Dr. Ricardo FernandesMétodo DRF · Sistema 60 dias

Existe uma diferença entre tratar os sintomas e desligar a doença.

Pela primeira vez fora do consultório, eu organizei em material educativo a lógica que orienta a minha prática: 4 pilares que, na ordem certa, olham para o terreno em que a doença crônica se sustenta. Um sistema de 60 dias, para você acompanhar por conta própria, uma página por dia.

Manual Central + Plano Diário, feitos para o celular. 7 dias de garantia.

Antes de falar de método

Você se reconhece em algum destes sinais?

  • Dificuldade para levantar pela manhã, mesmo depois de uma noite inteira de sono.
  • Cansaço e fadiga que não passam com descanso.
  • Ansiedade que aperta o peito, muitas vezes sem um motivo claro.
  • Momentos depressivos, dias em que a vontade de tudo simplesmente desliga.
  • Dores pelo corpo que mudam de lugar e que nenhum exame explica.
  • Problemas gastrointestinais: inchaço depois de comer, dias presa, dias solta.
  • Rinite, sinusite e alergias que voltam sempre.
  • Baixa libido e uma sensação de que o corpo desandou.
  • Dificuldade para emagrecer, mesmo comendo menos.
  • Falhas de memória e dificuldade de concentração ao longo do dia.

Cada um desses sinais costuma ser tratado separadamente, por especialidades diferentes. A minha leitura é outra: eles podem estar contando a mesma história sobre o seu organismo.

Quando o exame não explica

Exames normais não apagam sintomas reais.

Você acorda cansada, e não é o cansaço comum: é aquele que não passa com 9 horas de sono, e que faz você olhar para a escada e calcular se vale subir agora ou esperar.

E não é só o cansaço. É a lista inteira ali de cima, acontecendo ao mesmo tempo, em áreas do corpo que parecem não ter nada a ver uma com a outra.

Foi a 3 médicos. Fez exames: sangue completo, hormônios, os caros, os básicos.

"Está tudo normal. Vamos começar com um antidepressivo leve. Daqui a 3 meses a gente reavalia."

E você aceitou. Porque quando 3 médicos olham nos seus olhos e dizem que está tudo normal, mas você sente que não está, o que sobra? Sobra acreditar neles. E continuar cansada.

É aí que eu entro, e não por inventar exames novos. Em mais de 13 anos atendendo casos como o seu, cheguei a uma conclusão que mudou a forma como trabalho:

Quando existem sintomas, na minha leitura clínica quase sempre existe algum desequilíbrio por trás. O exame pode simplesmente ainda não ter alcançado o que está acontecendo.

Aqui vale entender o que é um valor de referência. Ele é uma faixa estatística, montada a partir de uma população grande de pessoas consideradas saudáveis. A função dele é sinalizar o que é incomum o bastante para acender um alerta. Ele não foi desenhado para descrever o ponto exato em que o seu corpo funciona bem.

Por isso 2 resultados dentro da mesma faixa podem significar coisas diferentes para 2 pessoas. E por isso alguém pode estar tecnicamente dentro do normal e, ainda assim, não se sentir bem.

O exame normal não fecha o caso. Ele diz que aquele exame, naquele dia, não capturou o que você está sentindo. O sintoma continua sendo uma informação, e é dele que eu parto.

A medicina convencional é muito boa em controlar o sintoma, e isso salva vidas todos os dias. O que eu procuro fazer, em paralelo, é olhar para o que mantém aquele sintoma aceso. Quando a gente fica só no controle do sintoma, o uso do remédio tende a se estender sem prazo.

Tratar é administrar o sintoma. Desligar é procurar o que sustenta esse sintoma e mexer ali, para que ele tenha menos motivo de continuar. Uma coisa não exclui a outra: o Método DRF não substitui o tratamento que você já faz, ele caminha junto.

Ao longo desses anos, organizei em 4 decisões clínicas o que encontro por trás dos sintomas que ninguém explica. 4 pilares que, na ordem certa, correm juntos por 60 dias. Esse é o Método DRF. E, pela primeira vez, coloquei essa lógica em um material educativo estruturado, para você acompanhar fora do consultório.

O método

4 pilares correm em paralelo ao longo de 60 dias, cada um entrando na sua hora.

Não é teoria nem "caminho alternativo": é a lógica clínica que eu desenvolvi em mais de 13 anos na minha clínica, o Espaço Ricardo Fernandes, e que ensino a outros médicos na minha formação. Aqui, ela vem organizada como material educativo, para você acompanhar sem mim ao lado.

1

Dieta metabólica funcional

  • Você já tentou mudar a alimentação antes. Começou por uma dieta fechada, aguentou alguns dias e voltou ao ponto de partida, com a sensação de que o problema era falta de disciplina.
  • Na minha leitura clínica, o que costuma faltar não é disciplina, e sim ordem. Um organismo que vinha comendo de um jeito por anos precisa de tempo para trabalhar de outro.
  • Este pilar organiza esse tempo. Ele divide os 60 dias em 3 fases de 20 dias, e cada fase tem uma função clara dentro do sistema.
  • A lógica é de progressão: a primeira fase ajusta o que entra no prato e forma a base de que a segunda precisa, e a terceira só faz sentido depois que as duas anteriores já aconteceram. Nenhuma delas é alternativa à outra.
  • O que você pode perceber ao longo do caminho: menos oscilação de energia durante o dia, uma relação mais previsível com a fome e mais clareza sobre o que colocar no prato. Você recebe as listas de cada fase e 9 receitas da nutricionista da equipe.
2

Modulação intestinal

  • Inchaço depois de comer, intestino travado ou acelerado, sono ruim, cansaço que não passa. Sintomas que parecem soltos entre si e que raramente são investigados juntos.
  • Modular o intestino é cuidar do ambiente onde a digestão acontece: como o alimento é quebrado, como ele transita e quais bactérias vivem ali. Na minha leitura clínica, quando esse ambiente está desorganizado, os sinais podem aparecer longe do intestino, inclusive no humor, na pele e na disposição.
  • A função deste pilar dentro do sistema é preparar o terreno. Ele entra desde o começo, porque os outros pilares tendem a render mais quando a digestão e a absorção estão funcionando melhor.
  • A lógica é de sequência, não de tudo de uma vez: primeiro se organiza a digestão e o trânsito, e só depois entra o trabalho sobre a flora. Cada passo tem o seu momento, e o manual explica o porquê de cada um.
  • Para quem é: para quem tem sintoma intestinal declarado e também para quem convive com uma condição crônica sem queixa no intestino. Ir ao banheiro todo dia não é, sozinho, garantia de que o intestino está dando conta do resto do trabalho.
3

Suplementação de suporte

  • Você acorda cansada, atravessa o dia no automático e chega à noite sem sono bom. Acrescente a isso o pavio curto, a dificuldade de sustentar a atenção e as dores que vão e voltam sem explicação.
  • O que este pilar busca apoiar é justamente o que está em falta: energia e disposição ao longo do dia, saúde mental e emocional, a forma como o corpo lida com o estresse, as dores e o funcionamento do intestino.
  • Por que isso pode estar acontecendo: quando a alimentação vinha desorganizada e o intestino absorve mal, o corpo tende a operar com pouca margem. A suplementação de suporte existe para dar essa margem enquanto os outros pilares fazem o trabalho de base.
  • São 5 suplementos, e a lógica é simples: cada um tem o seu momento no dia, porque horário e contexto mudam o aproveitamento. O manual explica o raciocínio de cada escolha.
  • Esses 5 não são a mesma coisa que as 14 fórmulas do protocolo completo. E o que os seus exames dizem, quem interpreta é o profissional que acompanha o seu caso.
4

Desparasitação natural

  • Cansaço que não passa, dores pelo corpo, intestino que nunca entra num ritmo, sono que não descansa. Sintomas que costumam ser tratados um a um, sem que alguém pergunte o que eles podem ter em comum.
  • Na minha experiência clínica, a carga parasitária é uma das hipóteses que merecem ser consideradas nesse cenário. Não é a explicação de todo quadro, e eu não trato como se fosse.
  • A função deste pilar é fechar o ciclo dos 60 dias: depois de o intestino ter sido organizado e de a alimentação ter mudado o ambiente interno, ele cuida do que pode estar somando carga a esse ambiente.
  • Por isso ele é o último a entrar. A lógica é de preparo: cada etapa anterior deixa o organismo em melhores condições para a seguinte, e o manual explica essa ordem antes de qualquer fórmula.
  • É um protocolo natural, e vem com o cuidado de proteger o organismo durante o processo. Não há antiparasitário sintético neste material, e nada aqui substitui a avaliação de quem acompanha você.

60 dias divididos em 3 fases de alimentação, com os 4 pilares correndo juntos o tempo todo.

A alimentação avança em 3 fases de 20 dias, e cada uma prepara o organismo para a seguinte. Os 4 pilares não se revezam: eles caminham em paralelo ao longo dos 60 dias, cada um entrando no momento em que faz mais sentido dentro do sistema.

Fase 1dias 1 a 20base
Fase 2dias 21 a 40transição
Fase 3dias 41 a 60consolidação
Quero os 4 pilares no meu celular

Você não precisa entender o sistema para usar o sistema. O Plano Diário faz isso por você.

Quem está com você

RF

Dr. Ricardo Fernandes

Há mais de 13 anos eu atendo pacientes na minha clínica, o Espaço Ricardo Fernandes. Em algum momento fiz uma escolha que muitos colegas consideraram ousada demais: em vez de seguir o protocolo padrão de prescrição contínua, dediquei anos a entender por que os meus pacientes melhoravam com o remédio e voltavam, sempre, com a doença evoluída.

A resposta veio da medicina funcional integrativa, da bioquímica nutricional e da modulação intestinal, antes de o termo virar moda. Hoje, além de atender, eu formo médicos que aplicam o Método DRF em outras cidades, estados e países.

CRMMédico13 anos de prática clínicaFormador de outros médicos

Eu não acredito em paciente eterno. Acredito em paciente que sai melhor do que entrou, e aprende a se manter assim sem depender de mim. Só do próprio corpo funcionando como ele foi feito para funcionar.

Para quem este manual foi criado

Para quem convive com uma doença crônica, inflamatória ou autoimune. E para quem ainda não tem um nome para o que sente.

O material é educativo e igual para todos os leitores. Ele explica a lógica do método; não substitui a avaliação de quem acompanha você.

É para você que:

  • Tem um diagnóstico fechado. Doença crônica, inflamatória ou autoimune — fibromialgia, endometriose, adenomiose ou nódulos, entre outras — e quer conhecer a ordem em que eu organizo os 4 pilares diante desses quadros.
  • Ainda não tem um nome para o que sente. Você se reconheceu nos sinais da seção acima, os exames continuam dentro da faixa de referência e nenhuma consulta fechou um diagnóstico.
  • Já ouviu que é "só emocional". Convive com ansiedade ou momentos depressivos e quer entender o que, na minha leitura clínica, pode estar sustentando o quadro por baixo.
  • Já toma, ou já tomou, remédio de uso contínuo. O sintoma fica administrado, e você quer entender o raciocínio de quem olha para a causa em paralelo, sem largar o que já faz.
  • Prefere estudar antes de decidir. Quer um material educativo estruturado, com a lógica de cada decisão explicada passo a passo, para ler no seu ritmo e levar às suas consultas.
  • Procura um caminho que comece pela alimentação e pelo intestino. Vale também se você quer emagrecer: o método parte daí, e não da balança.

E não é para você que:

  • Procura atendimento individual. Aqui você recebe um material educativo, igual para todos os leitores. Conduta feita para o seu caso, com os seus exames, só em consulta.
  • Procura solução mágica em poucos dias, sem mudar nada na sua rotina.
  • Quer um receituário pronto sem entender o porquê de cada decisão. Aqui, cada uma vem explicada.
  • É criança ou adolescente. O material é para adultos.
  • Está grávida, amamentando ou tem doença renal crônica. Nesses casos, só com acompanhamento médico direto.
  • Tem diabetes. A parte de jejum não é para você enquanto o quadro não estiver estabilizado com o seu médico.
  • Está em tratamento oncológico. Este não é o seu material.

Você não precisa de um diagnóstico fechado para ler este material. Se você se reconheceu nos sinais listados mais acima e os seus exames continuam voltando dentro do normal, o conteúdo também foi pensado para você. Ele não diagnostica nem avalia o seu caso: é material educativo para você entender a lógica do método e discutir com quem acompanha você.

Tomo remédio. Posso fazer?

O material foi escrito para caminhar junto com o seu tratamento, não no lugar dele. Se você é hipertensa, toma remédio para ansiedade, para a tireoide ou para qualquer outra condição, leve o protocolo à sua próxima consulta e decida com o seu médico o que faz sentido para o seu caso. Não interrompa nem ajuste nenhum tratamento por conta própria.

Tudo o que você recebe:

Não é informação geral. É o raciocínio do Método DRF organizado em 2 instrumentos educativos, nesta ordem: o primeiro explica, o segundo conduz o seu dia a dia.

0dias, uma página cada
0pilares em paralelo
0fases de 20 dias
0fórmulas no protocolo
Manual Central dos 4 Pilares
Comece por aqui Passo 1 · entender antes de fazer

Manual Central dos 4 Pilares

85 páginas. É o material que você abre primeiro.

  • As fórmulas do protocolo, em forma de prescrição São 14, com composição, dose, horário e duração. É só levar à farmácia e conferir com quem acompanha você.
  • Os 4 pilares explicados O que é, por que existe, o que muda em cada fase e o mapa dos 60 dias.
  • As listas de cada fase e as receitas O que entra, o que não entra, exemplos de refeições e 9 receitas da nutricionista da equipe.
  • O porquê de cada decisão O intestino em corte, os 4 trabalhos que ele faz, a disbiose, a ordem das fases, a consulta rápida.
Plano Diário 60 dias
Depois do Manual Passo 2 · executar no dia a dia

Plano Diário 60 dias

Passo a passo detalhado do 1º ao 60º dia.

  • Abre a página do dia e já sabe o que fazer O que comer, o que tomar, quando e o que marcar. Cada ação com a sua caixa.
  • Antes do dia 1 6 páginas que organizam o que você precisa ter, as suas escolhas e o seu ponto de partida.
  • Você é avisada 3 dias antes de cada mudança Nada pega você de surpresa: a página do dia já traz o que muda.
  • A janela do jejum como instrumento A última refeição, a primeira refeição, a meta do dia e a caixa "janela cumprida".

Uma página por dia, do 1º ao 60º dia.

Você abre a página de hoje e já está tudo ali: o que comer, o que tomar, a que horas. Vai marcando conforme faz. No dia seguinte, abre a próxima, e assim até o 60º dia. Cada página cabe inteira na tela do celular, com letra grande e sem precisar dar zoom.

Dia 0

O seu ponto de partida

Antes do dia 1, você registra como está, faz as suas escolhas e organiza o que vai precisar. O método em si só começa no dia 1.

Dia 1

Começa tudo junto

Os pilares entram em paralelo, cada ação no seu momento do dia. Você não decora nada: a página mostra.

3 dias antes

Você é avisada

Antes de cada mudança de fase ou de etapa, o plano prepara você. Nada pega de surpresa.

Dia 60

Você compara

A mesma avaliação do dia 0, refeita por você, e uma explicação do que continua e do que passa a depender do seu médico.

Por que eu escrevi este material

Eu atendo em um consultório só, e a agenda dele tem um limite. Todo mês chegam mensagens de pessoas que não conseguem vir até aqui, por distância, por custo, por tempo. Escrever este material foi a forma que encontrei de organizar o que eu explico dentro do consultório e deixar isso ao alcance de quem está longe. Ele não é a sua consulta e não olha para o seu caso: é a lógica do método, escrita passo a passo, para você acompanhar e levar às mãos de quem cuida de você. Se, depois de ler, você puder ser avaliada individualmente, faça isso.

Garanta o seu acesso

Decidi tirar este material do consultório.

Foi uma decisão para ampliar o acesso a uma estrutura educativa organizada, pensada para quem não consegue estar presencialmente no meu consultório. Você acessa os 2 materiais agora, no celular, e começa quando quiser.

Compra 100% segura, com acesso imediato pela plataforma e leitura em qualquer celular.

Método DRF · Sistema 60 dias

Manual Central primeiro, Plano Diário no dia a dia. Com tudo o que vai junto.

  • Comece por aquiManual Central dos 4 Pilares85 páginas com o método, o protocolo em forma de prescrição, as 3 fases, as listas de cada fase e as receitas da nutricionista.
  • Depois do ManualPlano Diário 60 diasUma página por dia, com as ações, a janela do jejum e os avisos de mudança.
  • As fórmulas do protocoloAs 14 fórmulas do protocolo completo, com dose, horário, duração e combinações, em forma de prescrição.
  • Listas por fase, exemplos de refeições e 9 receitasDa nutricionista da equipe. O que entra, o que não entra e como organizar dentro da janela.
  • Mandala de autoavaliaçãoDias 0, 20, 40 e 60. Para comparar e levar à consulta.
Garantia direta de 7 diasAcesse os materiais, comece a aplicar. Se em 7 dias você sentir que o conteúdo não entregou o que esta página prometeu, você terá o seu valor de volta integralmente, sem burocracia.

Material educativo. Não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento. As fórmulas do protocolo são manipuladas em farmácia com a orientação do profissional que acompanha você. Não interrompa nenhum tratamento em curso sem orientação.

Perguntas que chegam primeiro.

Não tenho diagnóstico. É para mim?

Pode ser. Eu não parto do nome da doença: eu parto do intestino, da alimentação e da ordem em que as coisas entram. Se você convive com cansaço que não passa, baixa energia, ansiedade, dores ou um intestino que nunca funciona direito, mesmo com exames dentro da faixa de referência, o material foi pensado também para você. O que eu peço é que você não use isso como motivo para parar de investigar: sintoma sem explicação continua merecendo avaliação, e o que já estiver em andamento com quem acompanha você deve continuar.

Tenho uma doença autoimune. O método trata isso?

O material é educativo e não trata, cura nem substitui o acompanhamento da sua doença autoimune. Eu preciso ser direto nisso. O que ele oferece é uma ordem: dieta metabólica funcional, modulação intestinal, suplementação de suporte e desparasitação natural, correndo juntos por 60 dias, ao lado do que você já faz. Se você usa imunossupressor, corticoide ou imunobiológico, leve o protocolo ao seu reumatologista ou a quem conduz o seu caso antes do dia 1. Eu não tenho como avaliar o seu quadro a partir de uma página.

Tenho hipotireoidismo ou Hashimoto. Posso seguir o método?

Do ponto de vista clínico, eu não vejo impedimento em acompanhar um material educativo enquanto você mantém o seu tratamento. A sua medicação da tireoide continua igual, no mesmo horário, sem nenhum ajuste por conta própria. Um cuidado prático que eu faço questão de avisar: alguns suplementos podem competir com a absorção do hormônio que você toma, e por isso o horário importa. Mostre a lista dos suplementos e as fórmulas do protocolo a quem acompanha a sua tireoide antes de começar.

Tenho fibromialgia. Faz sentido para mim?

A fibromialgia está entre os quadros que eu acompanho, e as dores que mudam de lugar sem explicação estão na lista de sinais desta página. Ainda assim, o material é educativo e não é tratamento da sua condição. Ele mostra por onde eu costumo olhar quando procuro o que pode estar sustentando o quadro, e essa leitura é minha, não é consenso. Se você já faz tratamento para dor, siga com ele e converse com quem acompanha você antes de mudar a rotina alimentar.

Tenho endometriose ou adenomiose. E o anticoncepcional?

O material é educativo e não é tratamento da endometriose ou da adenomiose. Nada aqui pede para você suspender, trocar ou pular o seu anticoncepcional, e eu não faria essa recomendação sem avaliar você. Os pilares foram pensados para caminhar junto com o que você já usa. Leve a lista das fórmulas do protocolo à sua ginecologista, para que ela confira se algum item conversa com a sua medicação.

Fiz cirurgia bariátrica. Posso seguir?

Quem passou pela cirurgia tem uma rotina própria de alimentação e de suplementação, definida pela equipe que acompanha o pós-operatório, e essa orientação vem em primeiro lugar, antes de qualquer coisa que esteja escrita aqui. O material é educativo e não substitui esse acompanhamento. Leve o mapa dos 60 dias e as fórmulas do protocolo à sua equipe e decida com ela.

Estou grávida, amamentando ou tenho doença renal crônica. Posso?

Nesses casos, eu peço que o material só seja seguido com acompanhamento médico, e quem decide é quem acompanha você, caso a caso. O mesmo vale para criança e adolescente: este material foi escrito para adultos. Quem está em tratamento oncológico não deve usar este material. Se você está em alguma dessas situações, converse antes de comprar, para não adquirir algo que você não vai poder aplicar agora.

Sou hipertensa, tomo remédio para ansiedade. Posso fazer?

Você não precisa escolher entre uma coisa e outra. Eu escrevi os 4 pilares para caminharem junto com o tratamento que você já faz, não no lugar dele. Você continua tomando o que toma, não interrompe nem ajusta nada por conta própria, e leva o protocolo à sua consulta. Quem acompanha você precisa saber o que você está fazendo, e é quem pode dizer se cabe no seu caso.

Tenho mais de 60 anos e tomo vários remédios. Muda alguma coisa?

O material é para adultos, sem recorte de idade, e nada aqui pede para mexer na sua medicação. O ponto que eu observo quando há vários remédios em uso é a soma: suplementos e fórmulas se juntam ao que você já toma, e essa conta precisa de alguém olhando. Leve as 2 listas, a sua e a do protocolo, ao médico que acompanha você ou ao farmacêutico, e comece depois dessa conferência.

Tenho diabetes. Posso fazer o jejum?

O jejum é a parte que exige cuidado no seu caso, e a minha orientação é não fazer por conta própria. Quem decide se, quando e como você faz jejum é o profissional que acompanha o seu diabetes, porque é ele que conhece a sua medicação e os seus números. As outras partes do método seguem normalmente. Leve o mapa dos 60 dias à sua consulta antes de chegar à fase 3.

Quantas horas de jejum?

A janela sobe em degraus, já dentro da fase 3: 12 horas nos dias 41 a 47, 14 horas nos dias 48 a 54 e 16 horas nos dias 55 a 60. Eu não trabalho com jejum de 24 horas neste material: na minha leitura isso já é jejum prolongado, e não é algo para se fazer sem acompanhamento. Se em algum dia você não estiver se sentindo bem dentro da janela, encerre e procure avaliação.

Preciso de exame para começar?

Nenhum exame é exigido para abrir o dia 1. Ainda assim, eu prefiro acompanhar vitamina D e B12 ao longo do percurso, e as faixas que eu costumo buscar estão no Manual. Se você já faz exames de rotina, continue fazendo. O que os seus valores dizem sobre você, quem interpreta é o profissional que acompanha o seu caso, e não uma tabela.

Tenho intestino irritável e incho com quase tudo. Vou piorar?

Mudança alimentar costuma mexer com quem já é sensível, e eu não tenho como prever de que forma o seu intestino vai responder. É por isso que a modulação intestinal começa junto com a alimentação, e o trabalho sobre a flora só entra quando o terreno está mais preparado: é a ordem que eu sigo justamente para não forçar um intestino que já está reativo. O Plano Diário avisa 3 dias antes de cada mudança, o que ajuda você a se organizar. Se aparecer sintoma que fuja do seu normal, pare e procure avaliação.

Posso começar direto pela cetogênica ou pelo jejum?

A ordem faz parte do método. A fase ancestral prepara o organismo para a cetogênica, e a cetogênica prepara para o jejum. Começar pelo fim é pular justamente a preparação que faz a etapa seguinte funcionar, e eu não conduzo assim. Por isso o Plano Diário conduz você na sequência, um dia por vez.

Já faço low carb ou jejum intermitente. Preciso recomeçar do zero?

O plano conduz do dia 1 ao dia 60 na sequência, e a sequência é parte do método. Mesmo que a alimentação da fase 1 pareça um passo atrás para quem já come assim, ela existe para organizar o começo dos outros 3 pilares, que entram todos no dia 1. Na minha experiência, seguir na ordem tende a render mais do que emendar onde você já está.

Quanto eu como?

Você não precisa pesar os alimentos, e eu não trabalho com contagem no consultório. A regra é o que entra e o que não entra em cada fase. Use a sua fome e a sua saciedade como guias e apoie-se nas listas e nos exemplos de refeições do Manual.

Preciso comprar as fórmulas todas de uma vez?

O protocolo foi pensado para funcionar como um conjunto, e é assim que eu prefiro que seja feito. Se você não conseguir adquirir tudo de uma vez, comece com o que estiver ao seu alcance e complete o restante ao longo do percurso, com a orientação do profissional que acompanha você.

Como eu recebo o material?

Pela plataforma, logo depois da compra. São 2 materiais feitos para o celular: cada página cabe inteira na tela, com letra grande e sem zoom. Você acessa quando quiser, e pode ler direto no telefone.

E depois do dia 60?

Enzimas, Biointestil, PB8 e a desparasitação natural terminam. O que continua, e o que passa a depender de avaliação, está no Manual, na parte "Dia 60". Leve as suas mandalas dos dias 0, 20, 40 e 60 à consulta: eu as desenhei para serem lidas por quem acompanha você.

Por que agora

Eu não vendo cursos, não tenho mentoria aberta e não tenho comunidade paga.

Este é o meu único material fora do consultório: uma estrutura educativa escrita para você acompanhar por conta própria, um dia por vez.

Se você está lendo isso, já sabe o que acontece se nada mudar nos próximos 60 dias: o mesmo cansaço, os mesmos exames "normais", o mesmo remédio a mais. A outra opção é abrir o dia 1 amanhã.

P.S. Este material não é uma consulta e não substitui a sua. Nele, eu coloquei no papel a lógica que orienta a minha prática, organizada em 60 dias e com garantia integral de 7 dias.

P.P.S. O material é seu para sempre, mas o dia 1 só começa a existir quando você abre a primeira página. Amanhã é um bom dia para isso.